O uso indiscriminado de
colírios pode trazer consequências sérias para a visão, inclusive cegueira.
Oftalmologista alerta que qualquer medicamento deve ser prescrito por um
especialista, mesmo o lubrificante ocular.
Os olhos, assim como a pele, são órgãos que ficam
expostos e também sofrem com as mudanças climáticas. Por isso, os cuidados
precisam ser intensificados. O calor e o tempo seco podem provocar sensações
desconfortáveis como vermelhidão, irritação e a impressão de que os olhos estão
com areia. O oftalmologista Celso Boianovsky explica que estes incômodos são
típicos do chamado olho seco. “A falta de lubrificação pode, inclusive,
facilitar o surgimento de infecções, como a conjuntivite, que é muito comum
nesta época do ano”, completa.
Boianovsky conta que o uso de lubrificantes oculares é muito comum nesta época do ano, mas chama a atenção para o fato de que usar qualquer tipo de colírio sem orientação médica é um risco para a saúde ocular, ainda que seja um medicamento simples. “Os lubrificantes não representam riscos, mas devem ser prescritos por um oftalmologista. A mesma regra vale para outros colírios utilizados para o tratamento de patologias oculares como a conjuntivite viral e bacteriana”. Segundo o médico, se o medicamento for utilizado de forma incorreta pode causar sérios danos aos olhos, inclusive cegueira.
Ele esclarece que colírios com antibióticos, se forem utilizados de forma crônica e irregular, podem provocar mutações de bactérias que vão se tornar resistentes ao medicamento. Mesmo aqueles colírios para deixar os olhos branquinhos podem ter efeito colateral e provocar alterações na pressão arterial. Os cremes e pomadas para os olhos também devem ser indicados pelo oftalmologista. Diversas doenças oculares podem ter os mesmos sintomas: coceira, vermelhidão e baixa visão. Sendo assim, apenas o diagnóstico preciso pode indicar o tratamento correto.
“Se as pessoas conhecessem os riscos da utilização de colírios sem indicação médica, jamais se automedicariam. Se for utilizado de maneira errada, além de não resolver o problema pode causar outros, até mesmo que fora da região dos olhos, como taquicardia, asma e depressão”, alerta Dr. Celso.
Boianovsky conta que o uso de lubrificantes oculares é muito comum nesta época do ano, mas chama a atenção para o fato de que usar qualquer tipo de colírio sem orientação médica é um risco para a saúde ocular, ainda que seja um medicamento simples. “Os lubrificantes não representam riscos, mas devem ser prescritos por um oftalmologista. A mesma regra vale para outros colírios utilizados para o tratamento de patologias oculares como a conjuntivite viral e bacteriana”. Segundo o médico, se o medicamento for utilizado de forma incorreta pode causar sérios danos aos olhos, inclusive cegueira.
Ele esclarece que colírios com antibióticos, se forem utilizados de forma crônica e irregular, podem provocar mutações de bactérias que vão se tornar resistentes ao medicamento. Mesmo aqueles colírios para deixar os olhos branquinhos podem ter efeito colateral e provocar alterações na pressão arterial. Os cremes e pomadas para os olhos também devem ser indicados pelo oftalmologista. Diversas doenças oculares podem ter os mesmos sintomas: coceira, vermelhidão e baixa visão. Sendo assim, apenas o diagnóstico preciso pode indicar o tratamento correto.
“Se as pessoas conhecessem os riscos da utilização de colírios sem indicação médica, jamais se automedicariam. Se for utilizado de maneira errada, além de não resolver o problema pode causar outros, até mesmo que fora da região dos olhos, como taquicardia, asma e depressão”, alerta Dr. Celso.
Para minimizar esses Agravos foi
sancionada a lei que transforma farmácia em unidade de saúde e altera sua
caracterização de estabelecimentos comerciais para locais de promoção do uso
racional de medicamentos
A Lei 13.021, que entrou em vigor no, dia 25 de setembro, transforma as farmácias e drogarias do país em unidades de assistência à saúde, alterando sua caracterização de estabelecimentos comerciais para locais de promoção do uso racional de medicamentos.
Referências
Ministério da Saúde Email: www.saude.gov.br/
Associação Brasileira de Clínica Médica Email: sbcm@sbcm.org.br
Associação Brasileira de Clínica Médica Email: sbcm@sbcm.org.br
Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo Email: portal.crfsp.org.br/







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