sábado, 11 de outubro de 2014

O que vocês precisam saber sobre o Câncer de Mama!!!




Boa noite pessoal, como estamos em outubro, resolvemos dedicar uma semana a postagens só com informações relacionadas ao Câncer de Mama. Estará imperdível não fiquem de fora, venham esclarecer suas dúvidas com a gente. Aguardamos vocês de braços abertos!!!



PROGRAMAÇÃO
SEGUNDA- FEIRA
HISTÓRIA DO OUTUBRO ROSA
TERÇA- FEIRA
CÂNCER DE MAMA EM HOMENS
QUARTA- FEIRA
ENTREVISTA
QUINTA- FEIRA
DESENVOLVIMENTO DO CÂNCER DE MAMA
SEXTA- FEIRA
COMO É REALIZADO O AUTO EXAME



Ufa?!

        Boa tarde!! 
        Ontem postamos a notícia de que havia uma suspeita de ebola no Paraná, se lembram? Hoje o Ministério da Saúde informou em seu site que o resultado do diagnóstico etiológico do guineano deu negativo, porém, a confirmação só será feita após o resultado de um segundo exame que será coletado 48 horas após o primeiro. O Ministério da Saúde esclarece que adotou todos os procedimentos necessários para a interrupção de uma possível cadeia de transmissão do vírus. E adotou todos os procedimentos previstos no Regulamento Sanitário Internacional.

         Então galera, tudo indica que foi um alarme falso, porém, não vamos deixar a prevenção de lado. Por mais que o Ministério da Saúde diga que são mínimas as chances de epidemia no Brasil, não podemos ignorar os riscos. Sigam as formas de prevenção citadas aqui ou em outro lugar, o importante é nos conscientizar que pode acontecer sim. Se você ainda não leu, ou não sabe sobre o ebola, um pouco abaixo há um artigo muito bem explicado que fala sobre o vírus e inclusive como prevenir. 


"Temos de nos tornar a mudança que queremos ver no mundo."

Mahatma Gandhi


Referências Bibliográficas:

Ministério da SaúdeMinistério da Saúde divulga resultado de exame de primeiro caso suspeito de Ebola. Disponível em: <http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/15014-ministerio-da-saude-divulga-resultado-de-exame-de-primeiro-caso-suspeito-de-ebola> Acesso em: 11/10/2014

Uol. Exame de paciente no Rio com suspeita de ebola, dá negativo diz ministério. Disponível em: <http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/ciencia/2014/10/11/paciente-internado-no-rio-nao-tem-ebola-diz-ministerio-da-saude.htm> Acesso em: 11/10/2014

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Aprimore seus conhecimentos sobre a Ebola.

       Em vista da cada vez mais alarmante epidemia de ebola na África Ocidental, do surgimento dos primeiros casos fora do continente africano e da primeira suspeita no Brasil, resolvemos fazer um post dedicado a este que é considerado um dos vírus mais letais que o homem tem conhecimento.
       Alguns especialistas acreditam que o ebola teve origem na caverna Kitum, localizada na garganta de Olduvai, no Quênia. Existem cinco variedades do vírus: Reston, Zaire, Sudão, Bundibugyo e Floresta Taï, além do “aparentado” Marburg. Destas, aparentemente, apenas o Ebola Reston não é ativo no ser humano, embora o seja em macacos. Em contrapartida, o Ebola Zaire apresenta uma taxa de letalidade próxima dos 90%.
       Até o momento, não foi identificado com precisão um animal que possa ser considerado o “reservatório” do vírus. Quando do surgimento dos primeiros casos, pensou-se que fosse algum símio. Porém, o ebola mata macacos com a mesma intensidade que o faz em humanos; portanto, é improvável que o vetor seja algum primata. Os principais “suspeitos” são morcegos frugívoros e ouriços.
       Não há muitos estudos científicos sobre o vírus; isso se deve, alem do fato dele ser relativamente novo, de poucos centros de pesquisa no mundo serem preparados para conduzir pesquisas com o vírus. O mais conhecido é o CDC de Atlanta nos Estados Unidos, local onde a maior parte dos exames laboratoriais de suspeitas da doença é feito. Lá, o Ebola é mantido no nível de segurança 4 (o mais alto), nas chamadas “salas quentes” (hot zones), laboratórios especialmente equipados para evitar qualquer contaminação para o mundo exterior. A título de comparação, no mesmo centro, o HIV, vírus causador da AIDS, é estudado no nível 2.

Vírus Ebola - Fonte: http://www.tuasaude.com/virus-ebola/


HISTÓRIA

       A “descoberta” do ebola começou em 1967, com seu “primo”, o vírus Marburg. Pessoas que tiveram contato com macacos-verdes africanos (Chlorocebus aethiops) importados de Uganda, em Frankfurt-am-Main (Alemanha Ocidental, na atual Alemanha) e Belgrado (Iugoslávia, hoje Sérvia) desenvolveram um tipo de febre hemorrágica. Trinta e uma pessoas apresentaram sintomas, sendo que sete vieram a óbito. Estava identificada uma nova classe de vírus, hoje conhecida como Filoviridae, que logo teria novos integrantes.
      A primeira epidemia de Ebola ocorreu em 1976, no Zaire (atual República Democrática do Congo) e nas regiões sudanesas de M’zara, Maridi e arredores, que hoje pertencem ao Sudão do Sul. No Sudão, houve 284, sendo 141 fatais (mortalidade aproximada de 50%); já no Zaire, dos 318 casos, 280 foram a óbito, uma mortalidade de 88%. Assim, foram identificadas as duas primeiras cepas do vírus, as variedades Sudão e Zaire. Como os primeiros casos surgiram nas proximidades do rio Ebola, o vírus foi assim designado com o nome deste rio.
      Após quase vinte anos de silêncio, o Ebola ressurgiu entre 1994 e 1995, novamente na República Democrática do Congo e alguns casos em menor escala no Gabão, Libéria, Costa do Marfim, Uganda e África do Sul. Foram identificados dois novos subtipos do vírus, Floresta Taï e Bundibugyo; ao todo, houve 459 casos com 366 mortes. O vírus voltou a atacar em larga escala novamente em 2000 e 2001 nos distritos de Gulu, Masindi e Mbarara, em Uganda, onde houve 425 casos com 224 mortes, todos pela variedade Sudão; e entre 2001 e 2002, nos distritos de Mekembo, no Gabão, e Mbomo e Kelé, na República do Congo.
      Desde então, apenas casos isolados foram registrados, sempre nas mesmas localidades, ou seja, predominantemente na África Oriental. Porém, no início deste ano, o Ebola reapareceu, e com uma intensidade jamais vista antes. Além de aparecer pela primeira vez em países da África Ocidental (Serra Leoa, Libéria, Guiné-Conakry, Nigéria, Mali), o numero de casos já é superior à soma de todos os casos anteriores da doença. Em 5 de outubro, segundo o US Center of Diseases Control and Prevention, haviam 8033 casos, com 4461 confirmados laboratorialmente, com 3865 mortes.

SINTOMAS

        Os sinais da infecção por Ebola aparecem em geral entre 2 a 21 dias após a exposição. Incluem: febre (superior a 38,6 ºC), fortes dores de cabeça e musculares, fraqueza, diarréia, vômitos e dores abdominais. Esses primeiros sintomas podem facilmente levar a um diagnóstico equivocado de malária, febre tifóide ou outras doenças.
        Com o passar do tempo, começam a surgir inexplicáveis hemorragias, daí onde vem o nome da doença: febre hemorrágica por Ebola (EHF, Ebola Hemorrhagic Fever). O óbito sobrevém após dez dias, em média, após o início dos sintomas. A morte em geral se dá por falência múltipla dos órgãos ou choque séptico. Aqueles que se recuperam, adquirem resistência à doença por pelo menos dez anos, talvez mais. Não se sabe se a resistência se estende a todos os tipos do vírus.
        O vírus ataca em conjunto diversos tipos de células, sendo o endotélio dos vasos, monócitos, macrófagos, fibroblastos, hepatócitos e células das adrenais as mais lesadas.

DIAGNÓSTICO

        É difícil diagnosticar a doença no seu início, devido aos sintomas serem inespecíficos. É crucial a informação sobre o contato com pacientes ou animais com a doença. A confirmação é feita através exames laboratoriais, com o isolamento de vírions ou detecção de anticorpos.

TRATAMENTO

        Não há tratamento para febre hemorrágica por Ebola. A terapia se reduz a reidratação, manutenção dos eletrólitos, níveis de oxigênio e pressão arterial, combate aos sintomas e tratamento a infecções oportunistas que podem ocorrer. É tudo o que se pode fazer. Uma droga experimental chamada ZMapp teve certa efetividade em primatas, sendo fornecida a dois profissionais contaminados na África durante a atual epidemia, porém não há resultados conclusivos sobre sua real efetividade e segurança.

PREVENÇÃO

         A higiene é muito importante na prevenção; lavar as mãos com água corrente e sabão ou álcool e evitar contato com fluidos corporais como sangue ou suor de possíveis contaminados. Mesmo itens pessoais como roupas ou material médico usado no tratamento de doentes devem ser sumariamente descartados devidamente, ou de preferência, incinerados. Os funerais tradicionais na África, onde os parentes preparam o corpo para o enterro devem ser desencorajados. Evitar também o contato com morcegos e primatas, pois são os maiores transmissores do doença. Profissionais de saúde que lidam com pacientes infectados devem utilizar trajes específicos para proteção contra risco biológico, além de se submeter regularmente estrita higienização com soluções esterilizantes após contato com doentes.
         O ser humano já provou ser capaz de feitos extraordinários. Já mandamos sondas à Vênus, Marte, Júpiter, Saturno e Plutão, já ultrapassamos os confins do Sistema Solar; já alcançamos os mais profundos abismos submarinhos. Já escalamos o topo do mundo. Já provamos do nosso ódio nuclear de nossos próprios semelhantes. Já estamos quase aniquilando nossa própria morada, correndo o risco de sermos “refugiados cósmicos”, sem ter para onde ir. Mas também já provamos que podemos fazer o bem uns aos outros. Ainda assim, morremos devido a um diminuto ser, se é que é ser, e será que não há nada que possamos fazer contra isso? Será que há algo mais valioso do que preservar a vida? Será que há limites de esforços para isso? Não nos resta muito tempo para pensar na questão.

Referências Bibliográficas

WORLD HEALTH ORGANIZATION http://www.who.int/csr/disease/ebola/en/
UNITED STATES CENTER OF DISEASES CONTROL http://www.cdc.gov/vhf/ebola/
MÉDECINS SANS FRONTIÈRES  http://www.msf.org/diseases/ebola
CASILLAS A.M. et col. A Current Review of Ebola Virus: Pathogenesis, Clinical Presentation, and Diagnostic Assessment. Biological Research for Nursing, Vol. 4, No. 4, April 2003
SMITHER S.; LEVER M. A Review of Filovirus Work and Facilities at The Defence Science and Technology Laboratory Porton Down. Viruses, 2012, pg. 1305-1317. ISSN 1999-4915. www.mdpi.com/journal/viruses
XIANG GUO QIU et col. Reversion of advanced Ebola virus disease
in nonhuman primates with ZMapp. Nature, 2014. http://www.nature.com/doifinder/10.1038/nature13777

Sim, ela chegou!

Todos sabemos da constante proliferação do vírus ebola pelo mundo. Recentemente um guineano foi internado em Cascavel no Paraná com suspeita de ter o vírus ebola. Ele chegou no Brasil no dia 19 de setembro e apresentou febre somente nos dias 08 e 09 de outubro. Com a suspeita, o homem de 47 anos foi encaminhado ao Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas que funciona dentro do Instituto Oswaldo Cruz, em Manguinhos.
O caso foi considerado suspeito por conta do tempo de incubação do vírus que é de 21 dias. Segundo o Ministro da Saúde Arthur Chioro, em entrevista cedida à TV Brasil nesta sexta (10), a situação esta sob controle e as medidas de segurança foram tomadas, como o uso do kit pelos médicos e enfermeiros que estão próximos ao paciente e a incubação em si. Ainda durante a entrevista, o Secretário em Vigilância em Saúde Jarbas Barbosa, complementou que o vírus ebola não é como a Influenza (H1N1), que pode ser contraído pelo ar, a pessoa saudável não será contaminada só de passar ao lado de uma pessoa com ebola. Foi abordado também se haverá higienização correta do avião que transportou o guineano, e se houver incidência de casos, o Brasil estará preparado. Há um procedimento internacional a ser seguido para a limpeza do avião e os medicamentos por enquanto estão em fase de testes, porém, Chioro voltou a dizer que a situação está controlada e que não há risco de epidemia no Brasil.

O Instituto Nacional de Infectologia, no Rio de Janeiro, foi eleito pelo governo brasileiro como hospital de referência nacional, para onde devem ser direcionados os pacientes em isolamento. Dois aviões da Polícia Rodoviária Federal e da Força Aérea Brasileira farão o transporte.
Jarbas Barbosa disse que o ministério treinou 60 profissionais para o correto fechamento e despacho de material biológico possivelmente contaminado para o Instituto Evandro Chagas, no Pará, onde os testes para confirmação da doença serão feitos. No próximo dia 16, o ministério fará uma simulação de caso suspeito de ebola em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária. O treinamento será no Porto de Santos (SP).
“Não é que a gente está prevendo que vão chegar casos. A probabilidade é muito baixa. Mas, se chegar, a gente está preparado”, disse o secretário. “A melhor maneira de prevenir é a gente controlar o surto lá na África”, reforçou. Outra preocupação, segundo ele, deve ser a melhoria da triagem de saída de passageiros em países atingidos pela epidemia. “Essa também é uma grande proteção para o resto do mundo”. (Fonte: A tribuna Mato Grosso - http://www.atribunamt.com.br/2014/10/risco-de-casos-no-brasil-e-baixo-diz-secretario/)

Opinião dos autores:

Mesmo com essas declarações, é preciso nos conscientizar da importância da higiene neste momento, pois o vírus é contraído não só pelos fluídos corporais, mas também por objetos contaminados. Logo mais postaremos um resumo geral sobre o ebola, com informações que devem ser consideradas e entendidas. Não esqueçam que a prevenção é o melhor remédio. 


Referências Bibliográficas:


ADJUTO, G. Chega ao Rio paciente com suspeita de infecção por ebola. Disponível em: <http://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/chega-ao-rio-paciente-com-suspeita-de-infec%C3%A7%C3%A3o-por-ebola/ar-BB8vUza> Acesso em: 10/10/2014

BORGES, BSuspeito de ebola no Brasil não apresentava sintomas da doença, diz governo. Disponível em: <http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/ciencia/2014/10/10/suspeito-de-ebola-no-brasil-nao-apresentava-sintomas-da-doenca-diz-governo.htm> Acesso em: 10/10/2014

Agence-France-Presse. Brasil registra primeira suspeita de ebola. Disponível em: <http://www.jcnet.com.br/Nacional/2014/10/brasil-registra-primeira-suspeita-de-ebola.html> Acesso em: 10/10/2014



terça-feira, 7 de outubro de 2014

O que você precisa saber sobre a Febre Chikungunya!

Boa tarde pessoal, iniciaremos o primeiro post com uma informação interessante, você conhece a febre Chikungunya?. “Chikungunya”, no idioma suaíli, significa “aquele que se entorta”. Tal denominação se refere à forma em que os acometidos se portam devido à inflamação nas articulações. A doença é endêmica em várias regiões do sul da África, bem como em países do Sudeste Asiático, tais como Índia, Sri Lanka, Mianmar, Tailândia e Indonésia e Maldivas. É transmitida por meio da picada de mosquitos infectados, sendo o Aedes aegypti e o Aedes albopictus os dois transmissores. O causador é um vírus do gênero Alphavirus, sendo considerada “prima” da dengue, por partilhar os mesmos vetores e ter sintomatologia semelhante.
Mosquito vetor do vírus Alphavirus. 
Fonte: http://diarioavance.com/2014/01/09/alertan-sobre-presencia-de-virus-de-chikigunya/
Recentemente (01 de outubro) o Ministério da Saúde confirmou 79 casos da doença no Brasil, sendo 38 importados especialmente do Caribe. Os casos de origem foram registrados em Oiapoque-AP (8 casos), e Feira de Santana-BA (33). Ceará, Paraná, Goiás, Roraima, Maranhão, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul também apresentaram casos. O Distrito Federal tem pelo menos um caso suspeito.
Situação crítica encontra-se na vizinha Venezuela, onde foram confirmados 634 casos, além de mais de 12.000 por dengue. O presidente Nicolás Maduro autorizou a liberação de US$ 805 milhões para a saúde, tanto para o setor público quanto privado. A Federação Farmacêutica da Venezuela (FFV) declarou em 26 de agosto “emergência humanitária” devido a escassez de medicamentos.
O vírus tem se espalhado pelo mundo nos últimos anos. Em 2013 aumentaram as transmissões de origem no Caribe, região de onde foram importados os primeiros casos para o Brasil. Em entrevista ao Portal Terra, o pesquisador Pedro Fernando da Costa Vasconcelos, do Instituto Evandro Chagas, afirma que os casos da doença devem aumentar no verão, devido ao período de chuvas:
“Agora os níveis de chuva estão baixos, então os índices da infestação estão menores, mas lá por dezembro começam as chuvas e elas passam a ser muito fortes nos primeiros meses de cada ano, e em 2015 a perspectiva é que aumente o volume de chuvas, e, consequentemente, aumentem os índices de infestação do mosquito, então existe a possibilidade de aumento de infestação da Chikungunya”.
Os sintomas da febre por chikungunya incluem febre alta (em geral superior a 39ºC), dores severas nas articulações,  além de dores de cabeça, náusea, fadiga, rash cutâneo, dores musculares e vômitos. As dores articulares são uma das características da doença, uma vez que são muito mais intensas do que na dengue e costumam ser muito debilitantes para o paciente; acometem principalmente mãos e pés. Apesar disso, são raros os casos fatais da doença.
Não há tratamento antiviral para a febre por chikungunya. A terapia inclui repouso, hidratação e uso de antipiréticos e analgésicos. Recomenda-se que os doentes, nos primeiros dias de sintoma, fiquem protegidos do contato com mosquitos para evitar que contribuam para disseminar a doença.
ALERTAMOS: SE VOCÊ APRESENTAR ALGUM(NS) DOS SINTOMAS PROCURE ATENÇÃO PROFISSIONAL. NUNCA PRATIQUE A AUTOMEDICAÇÃO – VOCÊ PODE ESTAR COLOCANDO SUA VIDA EM RISCO.

A prevenção se faz da maneira como há muitos anos estamos acostumados: como o vetor é o mesmo que o da dengue, evitar o acúmulo de água parada, uso de inseticidas e repelentes, etc.
Observe o esquema comparativo da febre Chikungunya com a Dengue:
Fonte: http://pa.corens.portalcofen.gov.br/organizacao-mundial-alerta-para-o-perigo-da-febre-chikungunya-no-brasil_2104.html


Referências Bibliográficas:
Centro Nazionale di Epidemiologia, Sorveglianza e Promozione della Salute http://www.epicentro.iss.it/problemi/Chikungunya/chikungunya.asp